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Conheça mais sobre a modalidade que está fazendo a diferença na vida de milhares de pessoas, além de aprender a aplicar no seu negócio e consequentemente ter mais lucros.

Quando você ouve (ou lê) a palavra economia, o que vem a sua mente?  Provavelmente deve imaginar contas, cálculos focados em garantir os lucros de uma empresa ou até mesmo em setores governamentais que precisam manter uma cidade girando.

Acontece que existem muitas outras áreas que se tratam de economia e estão em busca de soluções práticas também. Uma delas é a economia criativa, você já ouviu falar?

Esse é o nome dado a uma opção que pode fazer a diferença na vida de milhares de pessoas, gerando renda, criando empregos e até mesmo aumentando os ganhos na exportação.

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Mas para fazer isso, ela conta com alguns setores que atuam de forma diferente para alcançar os mesmos bons resultados.

Quer saber quais são? Leia este artigo até o final e descubra.

O que é a economia criativa?

Antes de saber quais são os setores básicos da economia criativa, é fundamental entender do que se trata e como a modalidade funciona.

Este termo foi criado com o objetivo de nomear os modelos de negócios ou até mesmo gestão que são originais de serviços, atividades ou até mesmo produtos que usam da criatividade e do capital intelectual das pessoas para garantir emprego e renda.

Ou seja, a ideia é atuar e monetizar recursos provenientes do intelecto.

Ao contrário da economia tradicional, como a agricultura, manufatura e comércio, a economia criativa atua com o foco no potencial individual ou coletivo para produzir bens e serviços criativos.

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU),o modelo de economia criativa é uma grande ferramenta, sendo uma tendência mercadológica, sendo um dos principais setores que mais apresenta crescimento no setor econômico. Ainda as atividades realizadas pela economia criativa são baseadas em conhecimento e produzem bens tangíveis (produtos), intangíveis (serviços), artísticos e intelectuais, sempre com conteúdo criativo e valor econômico.

E como já dito, o foco principal deste modelo é promover a transformação social. Diferentemente da economia tradicional, na qual estamos habituados a conviver. A criativa tenta focar na produção individual ou coletiva, com o intuito de produzir bens ou serviços criativos.

Isso faz com que muitas pessoas procurem entender melhor sobre o que se trata e como é possível atuar com ela.

Assim como você.

A grande parte das atividades dos setores da economia criativa, se não todas elas, vem das áreas humanas, como moda, arte e design. Mas elas não são as únicas, pois as aplicações de tecnologia e inovação também entram aqui.

Mas essas não são as únicas.

Este modelo de negócios foca em realizar a gestão com origem em atividades, produtos ou serviços que são realizados a partir do capital intelectual ou criatividade das pessoas, gerando renda e até mesmo emprego.

A ONU afirma que as atividades deste setor são 100% baseadas em diversos setores, entre eles:

  • Design:
  • Música;
  • Moda;
  • Artesanato;
  • Rádio;
  • Cinema;
  • Televisão;
  • Fotografia.

Não podemos esquecer as atividades mais recentes, que surgem com o avanço da tecnologia. Desenvolvimento de softwares, tecnologia e inovação, desenvolvimento de jogos eletrônicos, computadores, smartphones, entre outros.

E como os produtos e serviços a serem desenvolvidos são diversos, as áreas da economia criativa também são. Na realidade, elas são divididas por setores.

Quais são os setores da economia criativa?

Os setores da Economia Criativa são divididos por três áreas, que são:

Consumo e mídias

Aqui, como o próprio nome já diz, a ideia é investir nas áreas que vão gerar consumo nas pessoas. Podemos citar a publicidade e o marketing, que geram desejo, mas também o setor de eventos, design, seja gráfico, de móveis ou de interiores, ou a moda.

As mídias são todas as ferramentas que usamos para obter informação. Editoriais, que englobam publicações impressas, como livros, revistas, jornais e até mesmo o conteúdo digital. Mas temos aqui também o audiovisual, como a TV.

Quando se trata de consumo, falamos de todos os profissionais que atuam no setor, desde a área criativa, até do desenvolvimento, distribuição, programação e transmissão.

Cultura

Este é um dos setores mais amplos da economia criativa. Aqui, entram as mais diversas expressões culturais, desde os patrimônios artísticos, serviços culturais, museologia, produção cultural, até as artes mais cotidianas, como artesanato, gastronomia e folclore. Além das artes cênicas e musicais.

Da mesma forma que o setor anterior, todos os profissionais envolvidos na área como músicos, atores, produtores, diretores etc.

Tecnologia

Aqui, cabe também uma vasta gama de profissionais, desde o desenvolvimento experimental, pesquisa, biotecnologia e atividades laboratoriais, tecnologia da Informação, desenvolvimento de softwares, sistemas, tecnologia da informação e até a robótica.

Ou seja, o que não faltam são áreas que você pode atuar.

Como posso atuar na economia criativa?

Mais do que começar um negócio que use a economia criativa, é necessário que você tenha conhecimento sobre a área que deseja atuar. Por isso,  é fundamental desenvolver as habilidades da ideia ou negócio que pretende tocar.

Caso você ainda não atue na área, lembre-se de que todas as profissões deste campo dependem de uma produção intelectual e criativa. Portanto, cursos de capacitação são fundamentais para quem anda pensando em trabalhar com economia criativa. Mas claro, você deve atuar de acordo com a sua área de interesse.

Existe um lado negativo da economia criativa?

Com tantos benefícios, fica difícil encontrar pontos negativos a respeito da modalidade. Entretanto, como nada na vida é perfeito, alguns pontos devem ser levados em consideração.

Um deles é a questão da propriedade intelectual das obras, produtos e serviços.

Além disso, cuidar para manter a sustentabilidade da produção e não esquecer de preservar o meio ambiente pode ser uma tarefa árdua, especialmente para quem não tem o hábito de se preocupar com essas questões.

Para lidar com tudo isso é necessário investir na educação criativa. Além disso, é necessário contar com políticas públicas eficientes, que vão te proporcionar auxílio, além de realizar vínculos e colaboração entre setor público e privado.

Finalizando…

Gostou de conhecer melhor essa modalidade que está fazendo a diferença na vida de milhares de pessoas? Se você acredita que pode fazer na sua também, não perca mais tempo e comece agora mesmo a estudar.

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